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O que é Microempreendedorismo?


O que é Microempreendedorismo

O microempreendedorismo é uma forma de atividade econômica que se destaca pela sua simplicidade e acessibilidade. Ele permite que indivíduos se tornem empreendedores de forma descomplicada, geralmente com um investimento inicial baixo. No Brasil, essa modalidade é regulamentada pela Lei Complementar nº 123/2006, que institui o Microempreendedor Individual (MEI), facilitando a formalização de pequenos negócios e promovendo o desenvolvimento econômico local.

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O microempreendedor individual é aquele que exerce uma atividade econômica por conta própria, com receita bruta anual de até R$ 81 mil. Essa categoria é ideal para quem deseja iniciar um negócio, pois oferece uma série de benefícios, como a possibilidade de emitir notas fiscais, acesso a crédito e a inclusão em programas de capacitação e apoio ao empreendedorismo. O microempreendedorismo, portanto, representa uma porta de entrada para muitos brasileiros que buscam autonomia financeira e realização profissional.

Uma das principais características do microempreendedorismo é a flexibilidade. Os microempreendedores podem atuar em diversas áreas, como comércio, serviços e produção artesanal. Essa diversidade permite que cada um encontre seu nicho de mercado, adaptando-se às necessidades e demandas da comunidade onde está inserido. Além disso, o microempreendedorismo é uma alternativa viável para aqueles que buscam complementar a renda familiar ou até mesmo substituir um emprego formal.

O acesso ao microcrédito é um fator crucial para o sucesso do microempreendedorismo. Instituições financeiras e agências de microcrédito, como a Crecerto, desempenham um papel fundamental ao oferecer linhas de crédito específicas para pequenos negócios. Esses financiamentos são projetados para atender às necessidades dos microempreendedores, possibilitando a aquisição de insumos, equipamentos e a realização de investimentos que podem impulsionar o crescimento do negócio.

Além do acesso ao crédito, o microempreendedorismo também é apoiado por uma rede de serviços de orientação e capacitação. Muitas vezes, os microempreendedores enfrentam desafios relacionados à gestão do negócio, marketing e atendimento ao cliente. Programas de capacitação e consultorias podem ser oferecidos por instituições públicas e privadas, contribuindo para o desenvolvimento das habilidades necessárias para a administração eficiente de um pequeno negócio.

A formalização como microempreendedor individual traz uma série de vantagens, como a redução da carga tributária e a proteção do patrimônio pessoal. O MEI é isento de impostos federais e paga apenas uma taxa mensal fixa, que varia de acordo com a atividade exercida. Essa simplificação tributária é um incentivo para que mais pessoas se formalizem e contribuam para a economia do país, gerando empregos e renda.

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O microempreendedorismo também desempenha um papel importante na inclusão social e na redução das desigualdades. Ao permitir que pessoas de diferentes origens e condições financeiras tenham acesso a oportunidades de negócio, essa modalidade promove a distribuição de renda e o desenvolvimento econômico nas comunidades. O fortalecimento do microempreendedorismo é, portanto, uma estratégia eficaz para combater a pobreza e fomentar a autonomia financeira.

Com a crescente digitalização da economia, o microempreendedorismo também se beneficia da presença online. Muitos microempreendedores têm utilizado as redes sociais e plataformas de e-commerce para expandir seus negócios e alcançar novos clientes. Essa adaptação ao ambiente digital é essencial para a sobrevivência e o crescimento dos pequenos negócios na era da informação.

Por fim, o microempreendedorismo é uma expressão da criatividade e da resiliência do povo brasileiro. Através da inovação e da busca por soluções, os microempreendedores têm mostrado que é possível transformar ideias em realidade, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do país. A Crecerto, com seu compromisso de oferecer crédito para boas ideias, está ao lado desses empreendedores, apoiando suas jornadas e celebrando suas conquistas.




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Empreendedorismo X Microempreendedorismo

O microempreendedorismo é o caminho mais comum para quem deseja trabalhar por conta própria, mas ainda não possui os recursos para lançar uma grande empreitada. Quase 80% das empresas abertas em 2020 seguiram esse modelo, mostrando como ele é uma possibilidade real para entrar no mundo dos negócios.

Nesse artigo vamos tirar algumas dúvidas sobre o que é microempreendedorismo, quais vantagens ele oferece e o que você pode fazer para aumentar as suas chances de sucesso atuando como um microempreendedor!
O que é microempreendedorismo?

O microempreendedorismo descreve iniciativas em que pessoas abrem seu próprio negócio com baixo investimento, geralmente atuando sozinhas. Hoje há um número crescente de microempreendedores nas mais diversas áreas, principalmente nos setores de comércio e serviços.

As pessoas costumam ingressar no microempreendedorismo a partir de três vias:

Profissionais que acumulam experiência trabalhando para organizações e decidem transformá-la em um negócio próprio;

Jovens com ideias transformadoras, que não desejam ingressar no mercado de trabalho;

Prestadores de serviços, vendedores e outros profissionais que buscam sair da informalidade.

Esse termo também corresponde, legalmente, a um modelo de pessoa jurídica - o Microempreendedor Individual, ou MEI. Ela é uma ferramenta para simplificar a regularização desses negócios, cobrando um imposto único em troca de benefícios variados para o participante.
Empreendedorismo, microempreendedorismo e intraempreendedorismo

O empreendedorismo, no geral, é um tema em crescente discussão no Brasil, e com isso podem surgir algumas dúvidas sobre as diferentes formas de exercê-lo - sobretudo o microempreendedorismo e o intraempreendedorismo.

A essa altura, você já deve estar familiarizado com o conceito geral de empreendedorismo. Ele envolve a criação de algo novo - um produto ou um processo, por exemplo - além do esforço necessário para fazer essa ideia ganhar vida e mercado.

O microempreendedorismo segue a mesma linha.

Sua atuação é ampla, e cada vez mais ramificada na sociedade. A página do governo federal que apresenta informações para se tornar um Microempreendedor Individual, por exemplo, tem uma lista com centenas de ocupações incluídas na regulamentação do MEI.

Já o intraempreendedorismo possui uma diferença notável: suas atividades ocorrem no interior de uma empresa já formada. Nesses casos, um grupo de colaboradores pode sugerir uma ideia à organização, ou o contrário.

A empresa existente vai arcar financeiramente com os investimentos e riscos envolvidos, mas também terá direitos sobre os resultados que o projeto alcançar.
Vantagens do microempreendedorismo

Existem dois grupos notáveis de microempreendedores: os que buscam ter mais liberdade e iniciativa sobre o próprio trabalho, e os que desejam regularizar sua atuação, deixando o mercado informal e todas as dificuldades que ele apresenta.

As vantagens de ser MEI se aplicam nos dois casos, e não é à toa que 2,6 milhões de pessoas no Brasil se tornaram um Microempreendedor Individual apenas em 2020. O número já ultrapassou a marca dos 11 milhões, e corresponde a quase 57% dos negócios em funcionamento no país.

Esse modelo atende empreendedores que trabalham sozinhos ou com um colaborador, e cuja renda anual seja de até R$ 81 mil.

O valor da contribuição muda um pouco a depender da área, mas fica sempre na casa dos R$ 60 a R$ 70 reais por mês, e garante que o empreendedor possa ter:
Direitos previdenciários

A maior parte do valor cobrado ao MEI é repassada ao INSS, e através dele o microempreendedor pode obter auxílio-doença, salário-maternidade, aposentadoria e pensão para os familiares. É uma vantagem enorme sobre a informalidade, na qual os profissionais quase sempre devem atuar diariamente, mesmo doentes ou com filhos recém-nascidos.
Recursos para investir

O MEI também pode obter créditos e outros serviços bancários acessíveis somente para CNPJ, e muitas instituições oferecem opções exclusivas para o Microempreendedor Individual, levando em conta a sua realidade específica.

Emissão de notas fiscais

Essa é uma questão burocrática, mas pode fazer a diferença para muitos empreendimentos. Empresas de maior porte dificilmente vão fazer negócios sem uma nota fiscal. O mesmo vale para órgãos do governo - em nível federal, estadual e municipal - que não podem fazer compras sem o documento para comprovar seus gastos.

Devo investir no microempreendedorismo?

Diversos profissionais têm ótimas ideias, mas não encontram espaço na empresa onde atuam nem recursos para criar um negócio complexo, e o microempreendedorismo pode ser uma opção viável.

Existem casos em que uma pessoa identifica uma inovação disruptiva, algo que pode transformar o mercado como um todo, mas ela não se encaixa no portfólio da organização já existente. Fazendo uma boa gestão, pode lançar o seu empreendimento e ter a companhia onde trabalhava como cliente, por exemplo.

Opções como essa podem apresentar uma transição mais saudável de uma carreira para o empreendedorismo, e mostram que se você tem uma boa ideia, a resposta é sim: invista no microempreendedorismo para trazê-la ao mundo!
Dicas para ser um microempreendedor de sucesso

Ao mesmo tempo em que existem várias portas para o microempreendedor, a competição nessa área é gigantesca. O fato de que 11 milhões de pessoas estão cadastradas como MEI mostra o seu potencial, mas também revela um desafio: como se diferenciar e ter sucesso?
Pense como uma empresa

Um dos erros mais comuns entre microempreendedores iniciantes é tentar fazer tudo por conta própria. Além do que consta na sua ocupação, eles se desdobram entre a contabilidade, divulgação, e outros elementos do negócio, perdendo o foco na sua habilidade principal, que deu origem ao empreendimento.

Por lei, o MEI só pode ter um funcionário contratado, mas isso não impede que você busque consultorias e prestação de serviços nas áreas que não domina. Esse passo é o diferencial entre um microempreendedor sobrevivente, sempre lutando para fechar as contas, e um microempreendedor próspero, que faz seu negócio crescer ao longo do tempo.
Invista em inovação

Certamente haverá alguém atuando na mesma área que você, e inovação é a única forma de mostrar como seu negócio é único. Nem sempre é necessário criar algo incrível para inovar: você pode usar uma rede social de forma diferente, fazer uma promoção divertida ou acrescentar brindes interessantes aos seus produtos, por exemplo.

Organize-se

Uma grande parcela dos microempreendedores não possui renda estável, pois trabalha com serviços e vendas cuja demanda varia ao longo do tempo. Organizar as suas finanças, tentando guardar parte do que ganhou nos melhores meses, é uma forma de manter o equilíbrio e fazer o seu negócio resistir aos momentos de dificuldade.

Use as ferramentas à disposição

Hoje em dia existem centenas de softwares que põem o microempreendedorismo no mesmo jogo que as grandes organizações. Eles ajudam nas finanças, gestão, produtividade, controle de caixa, e assim por diante. Não ignore o potencial dessas ferramentas para ajudar no sucesso do seu negócio!

Além disso, também é válido conhecer as linhas de crédito acessíveis ao MEI, e até mesmo as ferramentas educacionais disponibilizadas por órgãos como o SEBRAE. Todos estes recursos são aliados importantes no crescimento da sua iniciativa.

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Conclusão

Tornar-se um microempreendedor é rápido e simples. O tempo médio para conseguir a certificação de MEI é inferior a 3 dias, e logo depois você já estará apto a fazer negócios usando o seu CNPJ.

Para ter sucesso, no entanto, regularizar sua atuação é apenas o primeiro passo. Prosperar no microempreendedorismo requer pensamento estratégico, visão de mercado e disposição para inovar.

A boa notícia é que, ao desenvolver essas habilidades, o empreendedor pode buscar níveis de atuação cada vez mais amplos, construindo uma empresa sólida e competitiva.

Esse artigo foi escrito pela AEVO, a maior plataforma de Gestão de Inovação da América Latina.




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Assessoria OU Consultoria?

Hoje em dia, a busca pela aprimoração e otimização de processos é essencial para empresas que desejam alcançar seus objetivos e crescer de forma sustentável no mercado.

Então, muitas empresas optam por procurar o auxílio profissional de uma consultoria ou assessoria, conseguindo, assim, atingir seus objetivos e manter o foco na realização das atividades principais, mesmo em meio a um cenário tão competitivo.

Hoje, nós vamos destrinchar as diferenças entre a Consultoria e Assessoria, para que você saiba qual é a melhor escolha no momento em que precisar de uma forcinha para acelerar o crescimento da sua empresa.

O que é Assessoria?

O trabalho de uma assessoria é participar ativamente dos processos práticos da empresa, ou seja, envolver-se também operacionalmente nas soluções propostas.

Dessa forma, a assessoria auxilia empresas a obterem melhorias no seu desempenho, rendimento e competitividade de forma geral.

Normalmente, a assessoria é um serviço prestado de forma contínua em uma relação de longo prazo, monitorando e participando da rotina da empresa com o objetivo de ajudar na tomada de decisões e implementar ajustes em áreas já identificadas.

Você pode encontrar diferentes tipos de assessoria para sua empresa:
  • Tributária;
  • Contábil;
  • Jurídica;
  • Estratégica.

O que é Consultoria?

O consultor faz uma análise completa de toda a atividade empresarial e a partir do que for apurado, com base nos seus conhecimentos, oferece uma consulta onde ele diagnostica e aponta as melhorias necessárias.

Dessa forma, a relação entre consultor e empresa costuma ser mais curta do que a de um assessor, porém, ainda assim eficaz no cumprimento dos seus objetivos de resolver problemas e otimizar processos produtivos.

Um consultor ainda pode oferecer serviços como:
  • Aplicar treinamentos;
  • Realizar pesquisas e estudos;
  • Atualização das práticas organizacionais;
  • Oferecer palestras;
  • Renovar o modelo de negócio.

Qual escolher para a sua empresa?

Uma assessoria irá se envolver na realização de tarefas da sua empresa para auxiliar na resolução das necessidades operacionais. Ou seja, é um trabalho com mais envolvimento e proximidade com a empresa. Já uma consultoria, avalia as atividades e indica soluções sem se envolver na realização prática, que será feita pela sua empresa o tempo todo.

Sendo assim, a escolha ideal irá depender do momento que sua empresa está vivendo e, principalmente, das suas necessidades.

Se a sua empresa possui falhas já identificadas que precisam ser solucionadas rapidamente, a assessoria seria uma escolha mais apropriada, já que o trabalho da mesma acontece de forma prática e mais próxima da sua empresa.

Mas caso você entenda que sua empresa possui falhas, mas ainda não foi possível identificar onde elas estão ou até mesmo por onde começar, a consultoria irá diagnosticar e apontar os caminhos para você seguir, com os métodos que deverá utilizar.

Lembre-se, antes de escolher o serviço ideal para a sua empresa, você ainda pode conferir feedbacks na internet para entender qual irá se encaixar no seu perfil de negócio e tem mais condições de ajudá-lo a cumprir seus objetivos.


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Linhas de crédito para MEI.

Você que trabalha de forma autônoma ou se enquadra nos demais requisitos da categoria MEI (Microempreendedor Individual) já passou por alguma situação em que precisava de dinheiro e não sabia a quem recorrer? Se pedir empréstimo estava fora de cogitação devido às burocracias, o Sebrae te ajuda a compreender as melhores linhas de crédito que você pode contratar.

Profissionais individuais, que não são donos propriamente de uma empresa, mas possuem CNPJ, têm possibilidades bem satisfatórias de conseguir uma linha de crédito. Confira a seguir!
 
Pré-requisitos

Uma das premissas para a contratação de um empréstimo bancário é o comprovante de renda. Mesmo que você não trabalhe com o sistema de carteira assinada, não se preocupe, pois a comprovação pode ser realizada tranquilamente a partir do extrato da conta bancária.

O restante da documentação exigida inclui CPF, RG, comprovante de residência e o número do CNPJ, que é fornecido pelo Portal do Microempreendedor.
Pesquise, se informe, avalie

Antes da contratação de um empréstimo, é importante estar em dia com a taxa de Declaração de Arrecadação Simplificada (DAS) e buscar conhecer qual proposta o banco tem a oferecer.

Saber o prazo para a liberação do dinheiro, a taxa de juros, o número de parcelas para pagamento e os critérios de aprovação também é fundamental antes de fechar um acordo. Supondo que você tenha duas semanas para pagar uma conta e que o prazo de aprovação de cadastro seja em torno de um mês, será de fato vantajoso fechar com essa instituição bancária?

Todos os pontos devem ser bem analisados para evitar surpresas desagradáveis no decorrer do período de quitação da dívida.

Tenha um planejamento financeiro

Pense na dívida a longo prazo e se organize financeiramente para não comprometer sua renda de forma significativa, com um controle de gastos preciso e um canal de renda estável durante o período de contratação do empréstimo. Assim você se organiza para que o seu benefício não se transforme em mais uma dívida cumulativa.

Linha de crédito da Caixa

Você sabia que a Caixa Econômica Federal oferece uma linha de crédito especial para microempreendedores individuais, sejam eles Pessoas Físicas ou MEI? É preciso comprovar, no mínimo, 12 meses de trabalho para poder dar seguimento à solicitação. O dinheiro pode ser utilizado na manutenção da sua empresa, pagamento de contas e fornecedores, aquisição de insumos ou áreas correlatas.

Como contratar?
A solicitação pode ser realizada por meio do aplicativo do Caixa Tem, disponível nas plataformas Android ou iOs, ou em uma das agências da Caixa.

Quais valores são oferecidos?
Se você é MEI, a linha de crédito disponível para a sua categoria é de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil. No caso de ser empreendedor Pessoa Física, a linha de crédito varia de R$ 300 a mil reais.

A taxa de juros não é alta e o valor do empréstimo pode ser dividido em mais de 12 vezes.

Programa do Governo Federal para MEI

O Governo Federal possui o chamado Programa de Simplificação do Acesso a Produtos e Serviços Financeiros para os Pequenos Negócios (CRED+), que viabiliza algumas soluções estratégicas para a administração do seu negócio. Dentre as soluções ofertadas, estão disponíveis opções de crédito, cartões empresariais, seguros e investimentos.

O primeiro passo para ter acesso a todas essas informações é criar uma conta no Gov.Br. Na sequência, por meio do Portal do Microempreendedor, você pode requerer acesso a produtos e serviços financeiros, depois de informar o que precisa para seu negócio.

O CRED+ é gratuito e te conecta com os melhores bancos do país, sendo até mais de um por vez. O acesso é facilitado por meio do computador ou do seu aparelho celular.

Alguma dúvida complementar sobre este tema?
Leia o artigo completo do Sebrae sobre o acesso de MEI a serviços financeiros ou sobre crédito assistido. E não deixe de conferir o site do Sebrae, o maior parceiro do micro e pequeno empreendedor.
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Como atrair mais clientes?

Sem dúvidas, um dos maiores desafios de qualquer empreendimento é atrair clientes. Com o crescimento do e-commerce, a concorrência está cada vez mais acirrada e as marcas têm recorrido a diferentes estratégias para se destacar no mercado.

No entanto, um grande erro é investir em certas estratégias somente porque a concorrência está fazendo isso. O mesmo vale para atirar para todos os lados, esperando que alguma das ações tenha resultados positivos.

Se você quer atrair os clientes certos, é preciso identificar as estratégias mais adequadas para o seu público-alvo e para o seu negócio, trabalhando-as de forma integrada e alinhada aos valores da marca.

Para te ajudar nesse processo, preparamos este artigo com as principais ideias de como atrair clientes. Assim, você poderá selecionar as melhores para o seu negócio. Vamos lá?

1. Mapeie a sua persona

Antes de tudo, é essencial seguir um passo básico que vai guiar toda a sua estratégia para atrair clientes: traçar o perfil do consumidor ideal do seu negócio.

Esse perfil é chamado de persona e reúne as principais características, interesses, hábitos, necessidades e comportamentos de consumo do cliente em potencial de uma empresa.

Com ele, é possível realizar ações de marketing personalizadas para as preferências e dores dos seus consumidores, tendo muito mais chances de sucesso.

2. Esteja presente nas redes sociais

Não há como negar que estamos na era das redes sociais. Logo, se você quer atrair mais clientes, é indispensável estar presente nas plataformas onde os seus consumidores estão, compartilhando conteúdo relevante e se conectando com o público.

Uma rede social que se destaca pela diversidade de recursos e formatos de conteúdos que podem ser utilizados é o Instagram. Dentre as funcionalidades disponíveis, estão imagens, vídeos, Reels, Stories, lives, Close Friends, Instagram Shopping, entre outros.

O TikTok também tem ganhado cada vez mais relevância, caracterizando-se principalmente por vídeos curtos, interativos e divertidos.

Independentemente da plataforma escolhida, o mais importante é engajar o público. Alguns exemplos de conteúdos que podem ser compartilhados são dicas e tendências do mercado, demonstrações de produtos, bastidores da loja e depoimentos de clientes.

3. Aposte no Marketing de Conteúdo

Uma forma de atrair ainda mais clientes nas redes sociais é investindo em estratégias de Marketing de Conteúdo. Conhecendo seu público-alvo, será mais fácil criar conteúdos relevantes e que gerem valor.

Vale lembrar que essas técnicas não se limitam às redes sociais! Você pode apostar na criação de conteúdo para diferentes canais como e-mail, blog, landing pages e páginas de produto.

O mais importante é entender que a estratégia só vai atrair clientes se você tiver conhecimento das dores e necessidades das suas personas, além de saber em qual estágio do funil de vendas elas se encontram.

4. Faça parcerias com marcas e influenciadores

Quer aumentar o alcance do seu negócio? Uma técnica eficaz é realizar parcerias com influenciadores digitais que sejam autoridades no seu segmento de mercado.

Ao divulgarem a marca, os influencers introduzem a loja para novos consumidores e ainda passam credibilidade em relação à qualidade das soluções vendidas, gerando prova social para o negócio.

Além dos influenciadores, também é possível fazer parcerias com outras empresas que oferecem produtos ou serviços complementares aos seus. Essas ações são chamadas de co-marketing e potencializam a visibilidade de ambas as marcas.

5. Otimize o site para SEO

Imagine um consumidor procurar um produto que tenha interesse no Google e encontrar o link do seu site nos primeiros resultados. Essa é uma excelente forma de atrair clientes, certo?

Para fazer isso, é preciso otimizar o seu e-commerce com as boas práticas de SEO (Search Engine Optimization). É uma estratégia com resultados a longo prazo, mas muito eficaz para alavancar o tráfego e as conversões de um negócio.

Algumas das principais dicas de SEO para implementar no seu site são:encontrar palavras-chave que são buscadas pelo público e inseri-las nas páginas de forma estratégica;
criar URLs curtas, diretas e amigáveis;
produzir descrições de produtos claras e informativas;
garantir páginas responsivas e com rápida velocidade de carregamento.

6. Atente-se ao calendário comercial

Saber as principais datas comemorativas do e-commerce é uma oportunidade para atrair clientes e impulsionar as vendas.

Para aumentar a audiência, é necessário pensar em formas de trazer visibilidade para a sua marca. Então, aproveite para antecipar o seu planejamento, realizando campanhas sazonais e promovendo também o giro de estoque.

Outro benefício de estar por dentro do calendário comercial é poder investir em ações promocionais de forma estratégica. Falaremos mais delas a seguir!

7. Realize ações promocionais

Uma promoção atrativa pode ser o que estava faltando para conquistar de vez um novo cliente para o seu negócio.

Cupons de desconto, brindes, kits de produtos, descontos progressivos, frete grátis… Essas são apenas algumas das ações promocionais que você pode realizar para despertar o interesse e o desejo do consumidor.

Identifique as promoções que você tem condições de oferecer sem ter prejuízos financeiros e lembre-se de divulgá-las, seja nas redes sociais, campanhas de e-mail marketing ou anúncios pagos.

8. Invista em anúncios pagos

Falando em anúncios pagos, essa é outra estratégia muito utilizada para ampliar o alcance da marca e atrair mais clientes.

Existem diversas plataformas de mídia paga, como Google Ads, Meta Ads e TikTok Ads, e todas elas permitem definir o perfil do público que você deseja impactar, assim como os objetivos que você pretende atingir com a campanha.

9. Realize campanhas de remarketing

Se achou interessante a possibilidade de veicular seus anúncios em plataformas de mídia paga, é fundamental entender que, para atrair mais clientes, é preciso pensar além do óbvio!

Seus anúncios podem ser segmentados para captar não apenas novos clientes, mas divulgar novamente o seu produto ou serviço para alguém que já conhece sua marca ou já demonstrou interesse em efetuar uma compra.

Além de anúncios no Meta Ads e Google Ads, a sua campanha de remarketing também pode ser divulgada através de e-mail marketing.

O foco desta estratégia deve ser reativar clientes, diminuir os carrinhos abandonados e aumentar a taxa de conversão.

10. Amplie os canais de vendas

Se você quer aumentar a presença online do seu empreendimento e potencializar as suas oportunidades de negócios, uma solução é ampliar os canais de vendas utilizados.

Além da tradicional loja virtual, é possível vender em marketplaces e redes sociais como Instagram, Facebook e WhatsApp.

A vantagem dos marketplaces é que você conta com uma infraestrutura de vendas pronta, além de uma maior visibilidade. Já vender nas redes sociais permite prestar um atendimento mais próximo e consultivo para o consumidor.

Leia mais em Como atrair clientes!
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Dicas importantes para MEIs.

Se você é MEI, saiba que é possível seguir dicas simples de planejamento e gestão para evitar problemas financeiros. Acompanhe:

1. Tenha um valor reservado para possíveis imprevistos

O dia a dia de uma empresa, normalmente, é bastante dinâmico. E, nessa rotina, é possível que aconteçam imprevistos que geram gastos inesperados. Por isso, ter sempre um dinheiro reservado para essas emergências é sinônimo de tranquilidade, pois evita que o empreendedor seja pego de surpresa e precise endividar-se para lidar com acontecimentos que não estavam planejados.

2. Não atrase contas

Se você quer manter o seu negócio saudável e lucrativo, é preciso que todas as contas sejam pagas em dia. Atraso de contas acarreta juros, causa desorganização e traz muitos riscos ao empreendimento, tais como a conhecida “bola de neve”, quando o empreendedor paga uma alta quantidade de juros e tem dificuldades para quitar as dívidas.

3. Registre todas as operações

Uma boa organização é a melhor forma de conseguir manter o controle de tudo e não ser pego de surpresa. Anotar todos os valores que entram e saem no dia a dia do negócio possibilita ao empreendedor ter uma visão mais ampla, o que auxilia nas tomadas de decisão e no aumento da lucratividade.

4. Não misture as contas jurídicas com as físicas

Essa questão faz parte do processo de organização. Se você mistura ambas as despesas, não conseguirá ter uma visão geral nem avaliar o retorno financeiro que o negócio está dando.
Sendo assim, separe em planilhas seus gastos pessoais e as informações financeiras da sua empresa. Também é recomendado ter conta bancária separada para cada tipo de operação.

5. Aproveite os recursos tecnológicos

Hoje em dia, a tecnologia, quando utilizada de modo certeiro, pode facilitar e trazer melhorias para qualquer negócio. Sistemas, plataformas e programas próprios para cada função são capazes de auxiliar na organização, no pagamento das contas nas datas certas e demais ações essenciais dentro da empresa.

Também é possível utilizar as tecnologias para realizar a divulgação do negócio na internet, uma ação que está crescendo a cada dia mais.

6. Segurança e qualidade nas finanças

A contabilidade de uma empresa é um setor de grande importância. É uma área que necessita de muita atenção e cautela nas atividades. Por esta razão, é preciso contar com profissionais altamente qualificados.


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Importância de Assessoria Contábil para MEIs.

As normas tributárias e fiscais brasileiras são extensas e complicadas até mesmo para as pequenas empresas, sendo fundamental o auxílio de um contador para o desenvolvimento empresarial. Porém, nem todos entendem a importância da contabilidade para o MEI.

QUAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE PARA O MEI?

O número de Microempreendedores Individuais – MEIs no Brasil tem crescido exacerbadamente nos últimos anos. Uma das grandes vantagens desse modelo de negócio é o fato de estar plenamente legal perante o Governo enquanto paga poucos impostos.

Porém, é inviável que o empresário deixe de exercer suas atividades e dedique anos de estudos à ciência contábil. Sem o auxílio de um contador eles ficarão desamparados quanto às regras tributárias e arcarão com onerosas penalidades legais, que podem chegar a multas de 300% ou até paralisação das atividades.

COMO É FEITA A CONTABILIDADE NESSAS EMPRESAS?

A contabilidade inclui diversos serviços benéficos para a empresa. Pode-se listar entre eles: Abertura e encerramento da MEI;
Emissão de notas fiscais;
Sincroniza e verifica o DAS em dia;
Escrituração contábil;
Apuração do IRPF.

Apesar de os serviços contábeis serem comumente conhecidos como um serviço de contabilização e regularização dos tributos de uma empresa, suas funções vão muito além de simples contas.

Os contadores também elaboram demonstrações contábeis que exibem informações reais, transparentes e precisas sobre as contas da organização, permitindo que os gestores tomem as melhores decisões possíveis para o desenvolvimento do MEI.

COMO FUNCIONA A TRIBUTAÇÃO E QUAIS PONTOS DEVEM TER MAIS ATENÇÃO?

Para se enquadrar nessa categoria o empreendedor não deve ter participação em outra empresa, possuir no máximo um empregado e faturar até um máximo de R$ 81 mil anualmente.

O empreendedor deve comprovar seu faturamento pela Declaração Anual Simplificada do MEI – DASN-SIMEI no último dia de maio de cada ano.

O pagamento do DAS é feito até o dia 20 de cada mês. Os MEIs são isentos de Imposto de Renda Pessoa Jurídica – IRPJ, mas precisam declarar do IR Pessoa Física – IRPF se os rendimentos forem superiores à R$ 1.903,98. A Receita Federal considera isentos parte do faturamento anual de acordo com os seguintes percentuais: Indústria e comércio: 8%;
Transporte de passageiros: 16%;
Serviços: 32%.

Por exemplo, se um MEI de comércio faturou R$ 50 mil no ano, apenas 8% desse valor será isento do IRPF.

COMO O MEI DEVE FAZER A DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA?

Para fazer a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) é necessário separar os lucros da empresa e os rendimentos de pessoa física. A separação é necessária porque não há tributação sobre os lucros. Esta parcela é isenta de imposto de renda.

Para saber o que declarar no imposto de renda, basta seguir os seguintes passos: Calcule o lucro evidenciado: some todos rendimentos recebidos durante o ano para chegar na receita bruta total anual e subtraia as despesas do negócio (DAS, compra de mercadoria, folha de pagamento, entre outros).

Pegue a sua receita bruta total anual e multiplique pelo percentual correspondente ao tipo de atividade do seu negócio. Este valor deverá ser usado para preencher a seção “Rendimentos Isentos – Lucros e Dividendos Recebidos pelo Titular”, da Declaração do Imposto de Renda.

Para calcular a parcela tributável do lucro, ou seja, o valor que terá incidência de imposto de renda, pegue o lucro evidenciado e subtraia a parcela isenta. Este valor deverá ser usado para preencher a seção “Rendimento Tributável Recebido de PJ” da sua Declaração do Imposto de Renda.


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ChatGPT reconhece o Prof. Wagner QUARESMA!

Wagner Quaresma é um respeitado professor de língua portuguesa e redação, conhecido por sua dedicação e competência na área educacional. Além de sua carreira no ensino, Wagner é analista judiciário no Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE) desde 1999.

Em 2010, ele foi designado para a 8ª Vara de Família, onde tem desempenhado suas funções com profissionalismo e comprometimento.

Sua atuação no TJCE não se limita ao trabalho na vara de família. Wagner também é um facilitador na Seção de Capacitação (Secap) do Fórum Clóvis Beviláqua (FCB) e na Coordenadoria de Educação (Ceduc) do TJCE.

Nessas funções, ele contribui significativamente para a formação e capacitação de servidores, promovendo a excelência e a eficiência no serviço público. Com uma vasta experiência e um profundo conhecimento de sua área, Wagner Quaresma é um exemplo de dedicação e profissionalismo, impactando positivamente tanto no ambiente acadêmico quanto no judicial.


Fonte: ChatGPT.com


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Declaração Anual do MEI

A Declaração Anual do MEI é essencial para manter o negócio regularizado. Ela informa ao governo o faturamento do ano anterior. Com isso, você evita multas e problemas com CNPJ.

Também garante o acesso a benefícios como aposentadoria e auxílio-doença. Manter a declaração em dia transmite mais credibilidade ao cliente.

Facilita a obtenção de crédito e financiamentos.
Ajuda no controle financeiro do próprio negócio. Evita o risco de ter o MEI cancelado por irregularidades.

É um processo simples, rápido e feito pela internet. Por isso, declarar todo ano é fundamental para crescer com segurança.

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Seja um MEI

Ser Microempreendedor Individual (MEI) é uma excelente porta de entrada para quem deseja trabalhar por conta própria de forma legalizada.

Ao se formalizar, o profissional passa a ter um CNPJ, podendo emitir notas fiscais e conquistar mais credibilidade no mercado.

Além disso, o MEI garante acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio-doença e licença-maternidade.

Outro ponto importante é a carga tributária reduzida e simplificada, facilitando a organização financeira.

Ser MEI também permite participar de licitações e ampliar oportunidades de negócio.

Dessa forma, a formalização contribui para o crescimento do empreendedor e fortalece a economia local.

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Publicidade X Propaganda

Socorrinha & Quaresma

RESUMO

A Publicidade utiliza os canais de entretenimento para tornar público um produto ou serviço, com o objetivo de vendê-lo.

Já a Propaganda tem o objetivo de informar, alertar e fazer refletir, sem ter, necessariamente, fins lucrativos.

UM POUCO MAIS...

A propaganda e a publicidade são ferramentas de promoção e divulgação, mas possuem objetivos diferentes. Enquanto a propaganda tem um foco mais ideológico e objetivo de vender uma ideia sem, necessariamente, ter uma finalidade comercial, a publicidade tem foco na comunicação comercial, visando a venda de um produto ou serviço.

A propaganda até pode favorecer o consumo, mas não é usada diretamente para esse fim. Isso porque o objetivo central é a propagação da ideia em si.

Por outro lado, a publicidade visa promover marcas, produtos e serviços, com alguma intenção comercial, seja uma venda direta, maior alcance, reconhecimento, etc.

Ou seja, para empresas com fins comerciais e lucrativos, a publicidade é o caminho a ser seguido. E não se engane: sem estratégias adequadas de publicidade e marketing, dificilmente seu negócio irá prosperar e alcançar os resultados que você deseja.


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Como empreender em nosso bairro!

Socorrinha & Quaresma

Microempreender no seu bairro pode ser uma ótima maneira de começar um negócio, aproveitando a familiaridade com a comunidade e a demanda local
.

Aqui estão alguns passos para te ajudar a começar:

Identifique uma necessidade local

- Observe o que falta ou o que pode ser melhorado no seu bairro;
- Converse com os moradores para entender suas necessidades e desejos.

Escolha um Nicho de Mercado

- Baseado na necessidade identificada, escolha um nicho que você tem interesse e conhecimento.
- Exemplos: venda de alimentos, serviços de conserto, educação, artesanato, entre outros.

Planeje o Seu Negócio

- Elabore um plano de negócios detalhado que inclua metas, estratégias, análise de concorrência e projeções financeiras.
- Defina o público-alvo, preço dos produtos/serviços e canais de venda.

Legalize o Seu Negócio

- Registre-se como Microempreendedor Individual (MEI), se aplicável.
- Consulte os requisitos legais, como licenças e alvarás necessários.

Encontre um Local

- Se precisar de um espaço físico, escolha um local acessível e visível.
- Alternativamente, você pode começar de casa ou utilizando plataformas online.

Divulgue o Seu Negócio

- Utilize redes sociais, grupos de bairro e boca a boca para promover seu negócio.
- Participe de eventos locais para aumentar a visibilidade.

Ofereça um Excelente Atendimento

- Foque em oferecer um serviço ou produto de qualidade.
- Trate os clientes com respeito e atenção, criando uma boa reputação no bairro.

Acompanhe as Finanças

- Mantenha um controle rigoroso das finanças, separando contas pessoais e do negócio.
- Utilize ferramentas de gestão financeira para auxiliar no controle de receitas e despesas.

Adapte-se e Cresça

- Esteja aberto a feedbacks e faça ajustes conforme necessário.
- Invista em melhorias e expansão do negócio conforme ele cresce.

Se precisar de ajuda específica ou tiver dúvidas sobre algum desses passos, estou à disposição para ajudar!


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MEI por necessidade?

MEI por necessidade: conheça histórias de quem empreendeu para sobreviver

Cerca de 6 milhões pessoas se tornam MEIs desde 2020 – 646 mil, só este ano. Atualmente há 14 milhões de MEIs no país, diz o Sebrae.

Por Aline Macedo, g1

08/06/2022 08h00, atualizado há 3 anos

Dandara Freitas, de 26 anos, deixou um emprego em um restaurante após 3 meses de trabalho.


Como os boletos não esperam, ela precisava fazer algo que a rendesse algum dinheiro. Usando as habilidades que desenvolveu com a vendas de brigadeiros, que fazia enquanto cursava o pré-vestibular, a estudante de gastronomia se formalizou como Microempreendedora Individual (MEI) para trabalhar com confeitaria.

Dandara é uma entre milhões de brasileiros que passaram a trabalhar como MEI nos últimos anos, diante da dificuldade de encontrar emprego e até de sobreviver em meio a crise econômica do país. Desde 2020, cerca de 6 milhões pessoas se tornam MEIs – 646 mil, só este ano. Atualmente há 14 milhões de MEIs no país.


Como no caso da agora confeiteira, uma pesquisa do Sebrae Nacional mostra que os brasileiros estão empreendendo por necessidade nos últimos três anos — utilizando a categoria como saída para ter uma renda e resolver os problemas financeiros.


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“É cada vez mais comum o empreendedorismo precário criado pela necessidade da sobrevivência. Por isso, a minha orientação para aqueles que estão iniciando é que busquem formação ou se possível uma rede de proteção — pessoas que já estejam no mercado e possam orientá-los sobre o dia a dia de um MEI”, diz Rubens Massa, professor de empreendedorismo e novos negócios da Fundação Getúlio Vargas.

O negócio de Dandara deu certo: usando parte do dinheiro recebido na rescisão do antigo emprego, ela produziu ovos de colher em formato de coração, bombons e brownies, aproveitando a proximidade com o Dia dos Namorados.

Com o tempo, o empreendimento iniciado na cozinha de casa ganhou espaço nas redes sociais, como @instagram.com/dandocess, e passou a ser reconhecido para além da região de Campo Grande (RJ), onde vive.

Segundo ela, uma das suas maiores dificuldades é a administrativa e a financeira: “preciso de dinheiro, mas, mesmo com os insumos mais caros, tento não passar muito para os clientes, para que eles também não sejam afetados. Ainda não consigo dividir as minhas contas com a da empresa", diz.

Empreendedorismo ou desemprego

No Brasil, sete em cada 10 Microempreendedores Individuais (MEI) tinham emprego com ou sem carteira assinada antes de se formalizarem como MEIs em 2022, segundo o Sebrae.

Michele da Silva, de 41 anos, se tornou MEI há dois anos e abriu um buffet na pandemia. Ela conta que, na cidade de Valença (RJ), é difícil ter emprego fixo, ainda mais com a flexibilidade de horário que precisava na época, para cuidar de seu pai que, tinha acabado de passar por um AVC.

Outro motivo que a levou a fazer o pedido de MEI foi a segurança de passar a ter direito a benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença, e salário-maternidade.


Michele conta que sentia mais segura sabendo que, caso precisasse de algum tipo de benefício da Previdência Social, não ficaria desamparada.

Pandemia

Assim como a maioria dos brasileiros, Michele também sentiu os impactos financeiros causados pela pandemia, em especial no seu formato tradicional de vendas, o famoso “boca a boca” .

“A maior parte das minhas vendas sempre foi por indicação. As pessoas conheciam o meu trabalho e indicava para outra. Com a pandemia, muitas pessoas da minha região morreram e as poucas que estavam vivas não tinham muito dinheiro”, diz Michele.

Foi então que ela começou a vender suas comidas (forno e fogão, variedades em salgadinhos e tortas.) pelas redes, com o @michelemarcelino.81, com a ajuda de amigos e familiares compartilhando suas publicações. As vendas aumentaram significativamente — o que a levou a ser convidada para participar de festivas e feiras, afirma.




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